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COMANDANTE DA URP NA HUÍLA TORNADO ARGUIDO POR ENVOLVIMENTO EM VENDA ILEGAL DE HERANÇA

  • Foto do escritor: Portal Destaques
    Portal Destaques
  • 19 de out.
  • 1 min de leitura

Por: Redacção l Portal Destaques.ao


Guilherme Samunga Tchipa “Piquina”, comandante da Unidade de Reacção e Patrulhamento (URP) do Comando Provincial da Polícia Nacional na Huíla, foi recentemente constituído arguido pelo Ministério Público, sob acusação de tráfico de influência. O caso está relacionado com a venda de bens móveis e imóveis pertencentes a uma herança que se encontra em litígio no Tribunal de Comarca do Lubango.


Segundo as investigações, Tchipa terá se envolvido na comercialização de património que não lhe pertence, uma vez que não consta como herdeiro legal de João Pedro Valdez da Fonseca, o falecido (de cujus). A acusação partiu de uma das herdeiras legítimas, que apresentou queixa ao Ministério Público após notar várias irregularidades nas transações.


A venda dos bens já resultou na detenção do antigo responsável pelos serviços notariais do Lubango, acusado de facilitar a alienação ilegal de um imóvel avaliado em 60 milhões de kwanzas.


Fontes do Serviço de Investigação Criminal (SIC) na província confirmaram que o comandante da URP foi notificado da sua condição de arguido. A informação foi também confirmada pelo Comissário Divaldo Martins, comandante provincial da Polícia Nacional, que declarou:


“Fomos notificados sobre a sua constituição em arguido, esperamos pelos próximos passos.”


O caso continua a ser investigado pelas autoridades judiciais.

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