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IMUT SUSPENDE TEMPORARIAMENTE CULTOS EM TODO O PAÍS E REAFIRMA LEGALIDADE: “NÃO É POR MEDO, É POR FÉ”

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    Portal Destaques
  • 26 de jul.
  • 2 min de leitura

Por: Ernesto João l Portal Destaques.ao


A Igreja Mensagem do Último Templo (IMUT) realizou neste sábado, 26 de julho, no seu Tabernáculo Sede, em Luanda, uma conferência de imprensa com o objectivo de esclarecer publicamente as recentes informações divulgadas sobre a sua actividade institucional.


O encontro contou com a presença do Representante Legal da IMUT, o Reverendo Fernando Kamalandua, de jornalistas, fiéis, líderes religiosos e representantes de vários sectores da sociedade civil.


Durante a conferência, o Reverendo Kamalandua proferiu um pronunciamento oficial em que reafirmou que a IMUT é uma entidade legalmente reconhecida pelo Estado angolano desde 1996, nos termos do Decreto Executivo n.º 40/96 de 19 de Julho. Segundo o líder religioso, a igreja conta actualmente com mais de 96 mil fiéis, 445 tabernáculos e presença activa nas 21 províncias do país.


Apesar de afirmar que a IMUT não foi formalmente notificada de qualquer decisão judicial ou administrativa, o Reverendo revelou que um dos tabernáculos da igreja, localizado na província da Lunda-Norte, foi encerrado sem aviso prévio.


Diante desse cenário, a direcção da IMUT decidiu suspender voluntariamente todos os cultos a nível nacional a partir do dia 28 de Julho, como gesto de responsabilidade institucional e respeito pelas investigações em curso por parte das autoridades competentes.


“Esta decisão não é motivada por culpa, mas por responsabilidade. Não é por medo, mas por fé. Não é por pressão, mas por respeito às autoridades, aos nossos fiéis e ao bom testemunho da igreja do Senhor”, afirmou Kamalandua.


O líder espiritual apelou ainda à serenidade e união dos fiéis:


“Apelamos às nossas congregações nas 21 províncias: mantenham a serenidade, a comunhão, a vigilância e a oração. Que cada casa se torne agora um altar, que cada família seja templo, e que cada líder se mantenha firme no amor, no zelo e na verdade. E que não nos esqueçamos de orar também pelas nossas autoridades.”


Kamalandua garantiu que a igreja está a cooperar plenamente com todas as instituições do Estado e demonstrou confiança no sistema judicial angolano:


“Confiamos que a justiça saberá distinguir a luz da sombra, o que é legal do que é suposição, o que é verdade do que é distorção.”

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