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“EM EXÍLIO, TCHIZÉ DOS SANTOS APELA A DONALD TRUMP PARA ‘OLHAR COM ATENÇÃO’ PARA A CRISE EM ANGOLA”

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    Portal Destaques
  • 3 de jan.
  • 2 min de leitura

Por: Redacção l Portal Destaques.ao


A empresária e ex-deputada angolana Tchizé dos Santos, filha do antigo Presidente da República José Eduardo dos Santos, divulgou um vídeo nas redes sociais no qual faz um apelo directo ao Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para que acompanhe de perto a situação política, económica e social de Angola.


Na sua mensagem, Tchizé manifesta apoio explícito a Donald Trump, rejeitando as acusações de racismo e homofobia frequentemente associadas ao líder norte-americano. Segundo a ex-deputada, Trump demonstra “coragem para fazer o que precisa ser feito”, mesmo diante de críticas e controvérsias internacionais.


A empresária afirma estar em exílio político, alegando que não pode regressar a Angola por motivos de segurança. De acordo com o seu relato, ela e outros membros da família estariam a ser alvo de perseguição política devido à ligação ao antigo chefe de Estado, acusando o actual poder de promover uma política de retaliação contra filhos e netos de José Eduardo dos Santos.


Tchizé critica duramente a governação actual, apontando para uma grave degradação económica que, segundo afirma, tem afectado diretamente a qualidade de vida da população. Destaca ainda que Angola deixou de ser um país que atraía imigração estrangeira — incluindo centenas de milhares de cidadãos portugueses — para se tornar uma nação que obriga os seus próprios cidadãos a emigrar em busca de melhores condições de vida.


No seu pronunciamento, a ex-deputada alerta também para o que considera a possibilidade de um terceiro mandato presidencial inconstitucional, cenário que, na sua visão, poderia aprofundar ainda mais a crise económica e social no país.


Ao concluir, Tchizé dos Santos pede que a sua mensagem seja encaminhada a representantes diplomáticos dos Estados Unidos em Angola ou a pessoas próximas de Donald Trump, com o objectivo de sensibilizar a liderança norte-americana a acompanhar “com atenção” a realidade angolana.

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