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CHIVUKUVUKU PROMETE APOIAR POPULAÇÃO NA EMISSÃO DO BI PARA GARANTIR VOTO EM 2027

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    Portal Destaques
  • 27 de set.
  • 2 min de leitura

Por: Ernesto João | Portal Destaques.ao


Abel Epalanga Chivukuvuku, Presidente do Partido PRA-JA Servir Angola, comprometeu-se neste sábado, 27 de setembro, a ajudar a população a tratar do Bilhete de Identidade (BI), como parte da preparação para as eleições de 2027. A declaração foi feita durante o programa “7/7”, realizado no bairro Zango 4, na Província de Icolo e Bengo.


“Estou feliz por estar aqui convosco no Zango, mas ao mesmo tempo o meu coração dói ao ver tanta pobreza. Não é aceitável num país rico como o nosso, o povo continuar a viver assim. O nosso desafio é 2027: todas as pessoas que não têm bilhete de identidade, nós vamos ajudar a conseguir para que possam votar. Todos devem ter BI. 2025 é já amanhã, e 2027 está à porta. Precisamos mudar o país para termos escolas, estradas em condições e deixarmos de viver na pobreza. Não é justo que uns vivam com estabilidade e o povo continue a sofrer. Fiquem preparados, porque até 2027 o PRA-JA não vai parar”, declarou Chivukuvuku.


Carlos Pinho, membro do Conselho Nacional Político e Conselheiro para a área da Governação do Presidente do partido, reforçou a urgência da emissão do documento de identificação.


“Há muitos jovens que ainda não têm bilhete de identidade, e todos sabemos que é necessário para votar. Não é admissível que um cidadão nacional não esteja identificado. Por isso, todos os nossos órgãos, a vários níveis, vão trabalhar para que essas pessoas sejam cadastradas no PRA-JA e estejam prontas para votar em 2027. Angola é de todos nós”, afirmou.


Durante o evento, o Secretário Provincial do PRA-JA Servir Angola no Icolo e Bengo, Domingos Pedro, mais conhecido por 'Minguito Zé', destacou os problemas estruturais enfrentados pela população local, especialmente no Município do Calumbo, onde decorreu a actividade.


“Calumbo enfrenta sérias dificuldades, a começar pela via de acesso. Só existe uma estrada, o que complica muito o dia a dia de quem trabalha em Luanda. Além disso, temos escassez de escolas, de hospitais — há apenas uma unidade hospitalar, herdada da antiga divisão política administrativa, que enfrenta sérios problemas de funcionamento. Faltam infraestruturas básicas, saneamento, e a população vive com altos níveis de insegurança, furtos, violações e outros crimes.”

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