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"SÓ NOS ATACAM PORQUE SOMOS FORTES": ABEL CHIVUKUVUKU GARANTE QUE PRA-JA CHEGARÁ AO PODER EM 2027

  • Foto do escritor: Portal Destaques
    Portal Destaques
  • 30 de mai.
  • 2 min de leitura

O presidente do PRA-JA Servir Angola, Abel Chivukuvuku, afirmou neste sábado, 30 de Maio, no município do Sambizanga, em Luanda, que o seu partido tem sido alvo de sucessivos ataques devido ao crescimento da sua influência política, garantindo, contudo, que continuará a fortalecer-se rumo às eleições gerais de 2027.


Por: Ernesto João l Portal Destaques.ao


Durante uma actividade de contacto com a população, o líder político apresentou os cinco grandes propósitos que pretende concretizar caso o PRA-JA venha a integrar ou liderar o próximo Governo.


"Nós temos o propósito de sermos Governo ou parte do Governo em 2027. Quem duvida, na conta dele", declarou.


Entre os objectivos apresentados para o período entre 2027 e 2032, Abel Chivukuvuku destacou:


1. Melhorar a qualidade de vida dos cidadãos;


2. Devolver a esperança e os sonhos à juventude;


3. Melhorar os serviços sociais, com destaque para a educação, emprego, saúde, abastecimento de água, energia e estradas;


4. Realizar a reforma constitucional e a reforma do Estado, com implementação efectiva das autarquias locais;


5. Consolidar o Estado democrático e de direito.


O presidente do PRA-JA aproveitou ainda a ocasião para responder às críticas e ataques dirigidos ao partido.


"Nos últimos tempos fomos e temos sido fortemente atacados. Só nos atacam porque somos fortes demais. E o aviso para aqueles que nos atacam é que nós vamos ficar cada vez mais fortes. Nós não atacamos ninguém porque queremos o bem do cidadão e do povo", afirmou.


Num discurso marcado por referências à sua trajectória de vida, Chivukuvuku recordou vários episódios em que escapou à morte, considerando-os sinais de que ainda tem uma missão por cumprir.


O político relembrou acidentes aéreos ocorridos em 1983 e 1985, confrontos armados em 1992 no Sambizanga, um alegado atentado contra o seu veículo em 1998 e uma paragem cardiorrespiratória sofrida em 2019.


"Eu não sou messiânico, mas tenho capacidade para fazer a leitura dos tempos e da história. Tudo isso aconteceu e eu sobrevivi. É por acaso?", questionou perante os presentes.


Por sua vez, o secretário permanente do Comité Executivo Nacional do PRA-JA Servir Angola, Sebastião Luta, destacou o simbolismo da presença do líder partidário no Sambizanga.


Segundo o responsável, a visita permitiu uma maior aproximação às preocupações da população, desde as dificuldades das zungueiras aos desafios da mobilidade urbana e dos problemas sociais.


"O presidente está a transmitir esperança e fé às pessoas para que não se desmoralizem, porque ainda há esperança no futuro", sublinhou.

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